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Com as mãos no Futuro

Atualizado: 2 de dez. de 2021

A história dos pequenos e médios negócios divide-se quase sempre em duas partes. A primeira parte é encontrar um ramo, investigar e ter sucesso, ser bom naquilo que se faz, ter resultados e deixar o utente contente com toda a experiência.


Saber mais sobre o corpo humano e sobre como é que nós, enquanto seres humanos, funcionamos

Mas, ao contrário de muitas outras histórias, Esta não foi uma paixão à primeira vista ou um chamamento desde tenra idade. “Eu antes fui militar, estava na Marinha Portuguesa, e foi só nessa altura que me surgiu o gosto pela área da saúde”, revela Ricardo, que explica também os passos seguintes: “quando saí da Marinha inscrevi-me na licenciatura de Fisioterapia e foi por aí que comecei já há dez anos. Ainda a terminar o curso já me estava a inscrever no curso de Osteopatia, o qual tirei nos 5 anos seguintes enquanto trabalhava como fisioterapeuta”. Desde essa altura até hoje, o fascínio e motivação de Ricardo continuam a ser os mesmos - “saber mais sobre o corpo humano e sobre como é que nós, enquanto seres humanos, funcionamos”. A grande razão do trabalho diário de Ricardo é saber o máximo possível sobre o corpo humano e consequentemente ajudar pessoas fruto desse conhecimento.


Como Fisioterapeuta e Osteopata é um trabalho que se divide um pouco em dois.


Conhecer para ajudar


Ricardo não se ficou, contudo, pela fisioterapia. Há poucos meses concluiu também um diploma em Osteopatia em Madrid. Para o Fisioterapeuta e agora Osteopata, existem algumas diferenças - mas também muitas semelhanças entre as duas áreas. O objectivo foi sempre o mesmo: saber mais sobre o corpo humano. Ricardo diz que o seu trabalho “como fisioterapeuta e osteopata é um trabalho que se divide um pouco em dois”. Se no caso da fisioterapia é mais dedicado a “recuperações de foro físico a curto prazo, um trabalho mais de ginásio”, como por exemplo lesões desportivas, na osteopatia tem um foco mais direccionado a “problemas crónicos, como dores lombares, enxaquecas crónicas ou alguns tipos de dormência”. Ainda assim, confessa que “o conhecimento é só um”. “Para ser sincero, não posso dizer que numas consultas só aplique uma técnica e noutras a outra - é tudo fruto do meu conhecimento e acaba por ficar misturado”, completa Ricardo.




Texto adaptado de "RICARDO SALVADOR, o protagonista de uma história de aprendizagem e de surpresas", in [estudio P ] Publico


www.publico.pt


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